13 outubro 2009

UM POUCO DE HISTÓRIA

Estar de férias entre família é sempre engraçado.
Família é uma instituição engraçada. Isso não é novidade. É a melhor maneira de entender um pouco mais como funcionamos. E releituras são sempre bem vindas. Esta, por exemplo, é minha mãe aos 16...



E o bom das releituras é que sempre podemos fazer coisas diferentes. Os cenários mudam com o tempo, assim como nós também mudamos. E ganham mais cor com o tempo. Ficam mais alegres ou mais serenos.



É o tempo agindo sobre a nossa história. Mas a cerveja continua sempre a mesma. Meu pai desenvolveu a teoria das letras. No fundo da latinha existem duas letras. É a origem da água que faz parte da cerveja. E, dependendo das letras, o gosto muda... Estamos apaixonados pela (JA) , se for (CE) também é boa. Mas (JC) não é nada... nada boa.



O sol está de matar. Ou melhor, de queimar. A água quente. E animais estranhos começam a aparecer... Cuidado com essa gente do cerrado!!!!!! Aprendem a beber, a matar e a caçar desde cedo...



Mas a cara feia não intimida...
Meu braço esquerdo que o diga. Queimei feio durante a viagem até Caldas Novas. De volta das férias vou levar por um tempo, a lembrança dessa gostosa viagem. Sacola térmica com cerveja gelada. Tira gosto dentro do carro. Música da boa. E vento no rosto. Quase uma farofada sobre quatro rodas. Estar o tempo todo com a família tem os momento chatos. Aqueles momentos em que somos tão parecidos que precisamos nos abortar. É... existem versões de nós mesmos. E são uma delícia...



Mas...
Precisamos sair sozinhos agindo como se fóssemos únicos no mundo.
Mas não somos. Temos cópias exatas ou muito parecidas de nós perambulando por aí. Com algumas coisas diferentes. Eu me tornei o integrante tecnológico da família. Tiro as fotos e depois copio para todos. E aproveito para deixar algumas aqui no blog. Descobri e aceitei que sou a versão moderna do meu pai e o seu velho radinho de pilha... E isso é sério... Uma baita responsabilidade...



Neste exato momento acabamos de almoçar. Estamos no apartamento. Foram todos tirar aquele cochilo... Não consigo. O sol do cerrado me mantém em alerta. E a Bohemia JA está estupidamente gelada. Resolvi compartilhar com vocês um pouco do meu tempo. As informações não param de chegar. São várias. Mais até do que consigo publicar. Volto pra casa cheio de informações. E cheio de novidades. A internet está mega lenta. E de mega não tem nada. Mas se esta postagem foi publicada é porque eu consegui. Agora vou abrir mais uma (JA) e deixar vocês com mais uma ou duas fotos.

O calor do fogão caipira...



E um pouco de música...



Ah, tenho duas novas teorias. Ainda irei escrever sobre. Espero um pouco mais de inspiração. Mas elas não param de fervilhar na minha cabeça.
E não se esqueçam: Eu sou uma estrela...!!!!!
Até...

08 outubro 2009

HOJE É SÁBADO???????


Pousamos no Aeroporto Santa Genoveva... (Aeroporto Internacional de Goiânia – Santa Genoveva). Eu e meus trinta e quatro anos de saudade. Temperatura aproximada de 24 graus e subindo. O suor brotando na testa. As lembranças brotando na alma. Caminhamos até o desembarque. O funcionário da infraero enfia a cabeça pela esteira e grita:
Ô pessoal de São Paulo! As malas vão sair pela esteira de número três! Aquela alí ó!
Definitivamente eu estava em Goiânia.
No saguão aquela receptividade de sempre. Cartaz de boas vindas e abraços emocionados. Tão calorosos como o dia nublado... E suado. Suor é uma coisa que a gente logo relembra.
As férias estavam apenas começando.
E começaram bem...
Chegamos em casa. Cerveja gelada na geladeira. Cama arrumada. Presente sobre a cama. Carinho de graça. Vinte e quatro horas por dia.
É só o começo.
E não paro de gritar: Pai... Vem aqui. Mãe... Onde está? Gente vem aqui. Senta aqui. Pai abre mais uma... Mãe... Este feijão está uma delícia... Ainda não me acostumei com o silêncio do Atheneu. Ainda deito e me lembro da casa da luz vermelha e seus sons. Mas é apenas o começo.



01 outubro 2009

ZÉLIA... DE SAIA... DUNCAN

Há em tudo que fazemos uma razão singular.
É que não é o que queremos.
Faz-se porque nós vivemos.
E viver é não pensar.
Se alguém pensasse na vida, morreria de pensamento.
por isso, a vida vivida é essa coisa esquecida entre um momento...
e um momento.
Mas nada importa que seja...
ou até que deixe de ser.
Mau, é que a moral nos reja...
Bom, é que ninguém nos veja.
Entre isso, fica viver.

O texto não é meu. Mas veio bem a calhar...

30 setembro 2009

Um pouco de alegria.

Perdido na rodoviária.

Não existe lugar melhor para uma despedida.
O cenário perfeito. Coisa de filme.
Mas sem câmera lenta.
Aqui a vida passa. É mais uma passageira.
É um vai e vem.
Chega e sai.
Tantas despedidas e encontros marcados.
O imenso relógio é certeiro e pontual. Tudo precisa ser resumido em questão de minutos. Não há espaço para o silêncio.
Pedido de desculpas...
Lembrança aos que ficaram.
Saudade de quem parte.
O alto-falante anuncia personagens que nunca vou conhecer.
Eu, dois Cds, uma calça, um livro e minha escova de dente. Perdidos na rodoviária. Com um medo absurdo de que mais uma vez as palavras tenham força e se tornem real. Na rodoviária tudo é real demais.
O maltrapilho...
que pede esmola.
A velhinha...
que pede ajuda.
A mala...
perdida.
O dinheiro...
roubado.
A criança...
sumida.
Perdida na rodoviária. O tempo passa. Barulho de motor e passos. Por um instante o tempo pára. O abraço de despedida é inevitável.
Longo...
Apertado...
Falante demais para duas pessoas que já disseram tanto. E agora se engasgam com o silêncio. A voz trêmula desejando boa sorte. Um quase choro que provavelmente estourará em lágrima, em breve.
Um calor...
Um abraço...
E a partida.

Voltamos ao ser só.



E a primeira experiência foi descobrir que em despedidas reais não existe câmera lenta. Elas são reais de verdade. De uma verdade quase cruel.
Não é exagero dizer que chega a doer.
O dia está frio.
Meu primeiro dia de ser só começou frio.
Cercado por rostos estranhos.
Idas e vindas.
"Indas" e vidas.
Perdido na rodoviária.

01 PIJAMA, 01 BOLSA... 150 REAIS...

O que eu tenho que te dar é muito mais do que isso. Hoje lavei o pijama e resgatei a bolsa do banco de trás do carro. Mas isso nem precisava ser entregue. É pouco demais... Dois Cds, uma calça e um pijama... Não. Não é isso que precisa ser entregue.
Vamos rasgar nossas caras. Nosso peito.
E lá no fundo, talvez, a gente ache o que realmente precisa ser devolvido. Ou não queremos mais ter de volta. Presentes são bem vindos nessa hora...
Lembranças...
Pra não esquecermos do que fomos capazes. E as lembranças se misturam. Bela mistura. As despedidas são sempre iguais...
Coisas de um lugar temporariamente instaladas em outro endereço... O que muda?
A quantidade de coisas deslocadas... de endereço.
A dificuldade de movê-las e a resistência em tirá-las do lugar.
A resistência...
Não vou devolver boa parte do que peguei de você... São coisas que me fizeram muito bem.
Egoismo é uma novidade pra mim.
Não vou devolver porque não é preciso.
Nessa hora nada é preciso.
Precisamos de pouca coisa. Mas assumo... precisamos... Um pouco de cerveja para enganar o tempo real. E me entregar a um tempo qualquer... Aprender as dores dos fragmentos da realidade. E saber dar de cara com eles e me sustentar. Em pé diante da situação... Ou da oposição. Rever histórias comuns e ver que pessoas são capazes de seguir seus caminhos traçados com agilidade voraz...
Voraz...
Voracidade...
E a emoção se vai...
Meu texto fica frio.
Assim como eu.
Frio.
Cheio de razões. estranhas razões...
Cheio de vida e de compreensão. A frieza é o excesso de compreensão. Odeio escrever textos frios.
Estou longe neste momento.
E talvez um dia esteja mais próximo de coisas simples. Como eu sempre gostei.
Preciso de um pouco de silêncio.
Só preciso. De alguma resposta.
Nessas horas as respostas precisam surgir bem à nossa frente. Caso contrário serão ignoradas solenemente. Como ignoro o meu sono, a minha vontade, a minha dor... a minha vida... Eu.
Meus cabelos cresceram... Hoje de manhã... Caíram na pia do banheiro.
Estou habitando o ralo. Aquele que não transborda mais... Aprendeu a ficar nos limites...
Ontem choveu... e tomei um banho de chuva.
Como quando era criança...
E me lavei...
Da Augusta à Consolação. Me lavei da Augusta à Consolação. E cheguei em casa tão desconsolado.
Minhas lágrimas foram embora com a chuva...
Pelos ralos da Paulista. O pior lugar para lágrimas.
Meu texto está sem vida... Seco demais para ser digno de ser escrito...
Áspero demais para pertencer a mim. Que sempre tentei ser tão suave. As coisas estão ásperas demais.
Seco... Como o meu copo...
Como o meu corpo... Meu espírito. Esvaído. Consumido. Silenciado.
Agora... Lento.
Mais lento.
Era para ser uma dedicatória...
Virou lamento.
Como tudo... Como sempre... Para sempre...
Como tantos lamentos.
Um pouco de silêncio.

29 setembro 2009

EU TENHO UM PRESSENTIMENTO...

Adorei este vídeo.
Música contagiante.
Letra inspiradora.
Baixei para o celular.
Virou a música tema.
Caminhei pela Paulista ouvindo I Gotta Feeling...
Foi uma combinação perfeita...


I Gotta Feeling / Tenho Um Pressentimento

I gotta feelin' / Tenho um pressentimento
That tonight's gonna be a good night / Que hoje à noite vai ser uma noite boa
That tonight's gonna be a good night /Que hoje à noite vai ser uma noite boa
That tonight's gonna be a good good night (x4)/ Que hoje à noite vai ser uma noite muito boa (X4)

Tonight's the night / Esta é a noite
Let's live it up / Vamos viver ao máximo
I got my money / eu tenho meu dinheiro
Let's spend it up / Vamos gastar tudo

Go out and smash it / Sair e arrasar
Like Oh My God / Tipo um Oh Meu Deus
Jump off that sofa / Saia desse sofá
Let's get get off / Vamos sair

I know that we'll have a ball / Eu sei que vamos nos divertir
If we get down and go out / Se nós descermos e sairmos
And just loose it all / E nos soltarmos

I feel stressed out / Eu me sinto estressado
I wanna let it go / Eu quero me livrar disso
Let's go way out spaced out / Vamos muito mais longe
And loosing all control / E perder todo o controle

Fill up my cup / Encha minha xícara
Mazal tov / Parabéns
Look at her dancing / Olha como ela dança
Just take it off / Só tire isso

Let's paint the town / Vamos pintar a cidade
We'll shut it down / Nos vamos acabar com isso
Let's burn the roof / Vamos queimar o teto
And then we'll do it again / E então nós faremos novamente

Let's do it / Vamos fazer
Let's do it / Vamos fazer
Let's do it / Vamos fazer
Let's do it / Vamos fazer
And do it / e fazer
And do it / e fazer
Let's live it up / Vamos viver ao máximo
And do it / e fazer
And do it / e fazer
And do it, do it, do it / e fazer, fazer, fazer
Let's do it /Vamos fazer
Let's do it /Vamos fazer
Let's do it 'cuz / Vamos fazer, porque

I gotta feelin' / Tenho um pressentimento
That tonight's gonna be a good night / Que hoje à noite vai ser uma noite boa
That tonight's gonna be a good night / Que hoje à noite vai ser uma noite boa
That tonight's gonna be a good good night (x2) / Que hoje à noite vai ser uma noite muito boa (x2)

Tonight's the night / Esta é a noite
Let's live it up / Vamos viver ao máximo
I got my money / eu tenho meu dinheiro
Let's spend it up / Vamos gastar tudo

Go out and smash it / Sair e arrasar
Like Oh My God / Como Oh Meu Deus
Jump off that sofa / Saia desse sofá
Let's get get off / Vamos sair

Fill up my cup (Drink) / Encha minha xícara
Mazal tov (Le chaim) / Parabéns
Look at her dancing (Move it Move it) / Olha como ela dança
Just take it off / Só tire isso

Let's paint the town / Vamos pintar a cidade
We'll shut it down / Nos vamos acaba com isso
Let's burn the roof / Vamos queimar o teto
And then we'll do it again / E Então nós faremos novamente

Let's do it / Vamos fazer
Let's do it / Vamos fazer
Let's do it / Vamos fazer
Let's do it / Vamos fazer
And do it / E fazer
And do it / E fazer
Let's live it up / Vamos viver ao máximo
And do it / e fazer
And do it / e fazer
And do it, do it, do it / e fazer, fazer, fazer
Let's do it / Vamos fazer
Let's do it / Vamos fazer
Let's do it, do it, do it / Vamos fazer, fazer, fazer

Here we come / Aqui nós chegamos
Here we go / Aqui vamos nós
We gotta rock / Nós precisamos agitar

Easy come / Vem fácil
Easy go / Vai fácil
Now we on top / Agora nós estamos no topo

Feel the shot / Sinta a batida
Body rock / Agite o corpo
Rock it don't stop / Agite e não pare

Round and round / Em Círculos
Up and down / Pra cima para Baixo
Around the clock / Em volta

Monday, Tuesday / Segunda, Terça
Wednesday and Thursday / Quarta e Quinta
Friday, Saturday / Sexta, Sábado
Saturday and Sunday / Sábado e Domingo

Get get get get get with us / Venha venha venha venha venha conosco
You know what we say / Você sabe o que estamos dizendo
Party every day / Festa todo o dia
Pa pa pa Party every day / Fe Fe Fe Festa todo dia

And I'm feelin' / E estou sentindo
That tonight's gonna be a good night / Que hoje à noite vai ser uma noite boa
That tonight's gonna be a good night / Que hoje à noite vai ser uma noite boa
That tonight's gonna be a good good night / Que hoje à noite vai ser uma noite boa

I gotta feelin' / Tenho um pressentimento
That tonight's gonna be a good night / Que hoje à noite vai ser uma noite boa
That tonight's gonna be a good night / Que hoje à noite vai ser uma noite boa
That tonight's gonna be a good good night / Que hoje à noite vai ser uma noite muito boa